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O debate

De “O Projeto Matar e o Projeto Tamar: o Aborto” a “Eu tenho medo” – Um breve histórico

Cícero Harada, advogado e Procurador do Estado de São Paulo, no artigo em defesa da vida, “O Projeto Matar e o Projeto Tamar: o Aborto”, demonstrou a incoerência que se criará no Brasil, caso se aprove o PL 1135/91 que visa a descriminalizar o aborto. É crime destruir um único ovo de tartaruga, no entanto, o aborto, que é e sempre será a destruição de uma vida humana, poderá ser permitido. Esta barbárie defendida por alguns grupos, muitos dos quais financiados por organizações estrangeiras, constitui situação afrontosa e inaceitável à razão e ao bom senso.

Tal artigo causou a fúria dos que lutam pela liberação do aborto no Brasil. A Dra. Profa. Heleieth Saffioti escreveu artigo repleto de distorções e inverdades, no qual, em vez de rebater os argumentos do Dr. Harada, ataca e agride pessoas e instituições. Desviou do assunto e disse o que quis: ela não contestou minimamente nenhum dos argumentos expostos. A professora tentou legitimar sua desconjuntada tese, com o argumento de autoridade, salientando que é doutora e autora de doze livros, mas nada refutou com lógica e seriedade. A réplica da Doutora Saffioti – apreciada, apoiada e defendida por pessoas e entidades simpáticas ao aborto –, ao não rebater os argumentos do artigo original, acaba por validar e chancelar a tese central a favor do direito à vida.

O Dr. Cícero Harada – ao ser agredido pessoalmente – utilizando-se do direito de resposta, apresentou tréplica (Tréplica de Cícero Harada). Nesta, responde aos absurdos da réplica e mostra que o direito à liberdade de quem quer que seja – e, portanto, também da mulher – não pode legitimar a destruição do direito à vida dos filhos não nascidos, ao assassínio de nascituros.

O Dr. Cícero Harada propôs, no site da OAB-SP, debate democrático de idéias. Porém, a Dra. Saffioti e suas correligionárias advogadas fugiram do debate democrático, apresentando uma carta aberta, entitulada “Eu tenho medo”, na qual elencam suas “fobias”. Essa carta, tal como a réplica, escapa do palco da sã argumentação. Tentam as subscritoras, taticamente, desviar o foco do assunto, posando de vítimas de uma suposta conspiração. Isso evidencia de modo claro e insofismável a gritante carência de argumentos.

Essa, infelizmente, a tática que tem funcionado em alguns países para a legalização do aborto: procuram insistir que as mulheres são injustiçadas pela sociedade e pelo Estado. Em decorrência disso, afirmam que elas lutam pelos direitos das mulheres (pró-aborto) e os homens lutam contra esse direito (pró-vida). Nada mais falso. Exemplo disso é a manifestação da Dra. Gisela Zilsch, que, comentando a réplica da Dra. Saffioti, mostra-se totalmente contrária à descriminalização do aborto, refletindo a opinião de 96% das mulheres do Brasil (conforme pesquisa do IBOPE, encomendada pela organização pró-aborto, Católicas pelo Direito de Decidir).

É essencial que todos que estamos preocupados com a VIDA, em todas as suas fases, desde a concepção até seu fim natural, tomemos conhecimento deste debate. Ele mostra claramente a completa falta de argumentos, os preconceitos e a truculência totalitária dos grupos que lutam pela descriminalização do aborto. É importante que todos considerem com seriedade e preocupação o absurdo a que poderemos chegar, em nosso país: ovos de tartaruga melhor protegidos do que a vida humana! Somos favoráveis ao projeto Tamar e, com muito mais razão, havemos de defender a vida humana em todas as suas fases. Por isso, somos contrários ao projeto matar, isto é, ao projeto de lei que busca liberar o aborto no Brasil. Pelo direito de nascer! Pelo direito à vida!

Cronologia do debate

1) “O Projeto Matar e o Projeto Tamar: o Aborto”

2) Réplica da Dra. Heleieth Saffioti

3) Tréplica de Cícero Harada

4) “Eu tenho medo”

5) Manifestação da Dra. Gisela Zilsch

6) As medrosas de São Paulo

7) Advogadas medrosas

Comentários

1. Tamar vs. Matar « Deus lo vult! - novembro 19, 2008
2. Tamar-Matar: o debate « “Erguei-vos, Senhor” - novembro 21, 2008

[...] Paulo, decidiu fazer uma das denúncias mais importantes da sua carreira como procurador. Travou um debate para demonstrar “a incoerência que se criará no Brasil, caso se aprove o PL 1135/91 que visa a [...]


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